Relatório Vocacional: ISTJ

USE SUAS HABILIDADES NATURAIS PARA CONSEGUIR O QUE VOCÊ QUER

O melhor conselho que podemos lhe dar é que você reconheça, desenvolva, e tire o máximo proveito das suas habilidades naturais, ao mesmo tempo que você aprenda a lidar com suas fraquezas. Para lhe ajudar nesse processo, elaboramos listas de itens que, em intensidades e em ordens de importância diferentes, identificam o que você necessita para encontrar satisfação no seu emprego.
Se você preferir, marque os itens que se encaixam melhor com você. Assim você poderá voltar aqui no futuro e verificar que novas coisas você andou aprendendo sobre si mesmo!

 

Tiro o máximo proveito das minhas habilidades naturais quando posso:

  • Organizar pessoas e recursos e cumprir os prazos
  • Coletar e organizar dados, relacionando-os a experiências passadas
  • Ser guiado e focado por uma noção do que já deu certo no passado
  • Adotar uma abordagem prática e detalhada
  • Tornar-me um expert num assunto da minha área
  • Cuidar de detalhes e organizá-los
  • Ser preciso e exato
  • Optar pelo “testado e aprovado”
  • Tomar decisões com cuidado
  • Acompanhar processos até que estejam concluídos
  • Seguir procedimentos
  • Abordar tarefas de uma maneira sistemática
  • Seguir uma abordagem seqüencial, passo-por-passo
  • Estabilizar e manter sistemas
  • Cumprir tarefas bem estruturadas e definidas
  • Ter um plano antes de começar
  • Saber com clareza como fazer as coisas e o que é esperado de mim
  • Aderir a regras, procedimentos, e regulamentos bem definidos
  • Procurar estabilidade e segurança de longo prazo
  • Preservar e trabalhar num ambiente estável e previsível
  • Trabalhar num ritmo constante

 

Minhas limitações no trabalho são:

  • Relutância em aceitar idéias novas, que ainda não tenham sido testadas
  • Desconforto ou resistência a mudanças
  • Impaciência com processos que demorem demais
  • Indisposição a planejar o futuro tanto quanto cuida do presente
  • Inflexibilidade; falta de capacidade ou de vontade para se adaptar quando necessário
  • Falta de sensibilidade quanto à maneira pela qual as pessoas serão afetadas por políticas e decisões
  • Relutância a mudar de direção ou a “trocar de marcha” quando necessário
Indisposição a provocar ou a apoiar mudanças necessárias, e riscos calculados

CLIQUE AQUI PARA ACESSAR A PRÓXIMA PÁGINA